O lado Freak da força

ed6Freak, na forma mais usada da palavra, significa “aberração”. Algo fora do normal, do natural, excêntrico ou diferente. Usado como gíria, tem a conotação de “maluco” mesmo.

Geek, foi usada pela primeira vez no início do século 20. Diferente do que hoje representa (viciados em tecnologia), era empregado para descrever atrações bizarras de circo, os “geek shows”. A origem do termo é alemã, com a grafia “geck”, ou seja, também alguém bobo ou maluco demais.

As duas palavras, são, de certa forma, uma redundância. Mas gosto de acreditar que a junção nos faz ir em busca do lado louco, criativo e fora do comum da cultura pop.

Desse modo, os assuntos vão e vem de acordo com a “randonicidade” de nossas loucuras forçadas.

Exemplo: metemos o pau no novo filme de Clint Eastwood, mostramos formas alternativas de educação, exibimos experiências em comum das nossas infâncias com os video-games e debulhamos um dos álbuns mais cultuados da música brasileira.

É proposital, já que queremos não pular de galho em galho, mas de dimensão em dimensão.

Reinterando: é nosso dever despirocar da maneira mais elegante possível.

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